Análise do comportamento, autismo, psicoterapia e prática baseada em evidências — explicados com clareza, sem abrir mão do rigor técnico.
43 verbetes publicados, organizados por tema. Novos conteúdos são adicionados continuamente.
Birras, agressão e autolesão têm função. Entenda por que comportamentos desafiadores acontecem e como manejá-los com estratégias positivas e éticas.
Ler verbeteQuando a fala não é suficiente: o que é CAA, como pranchas, figuras e apps dão voz a quem se comunica de outras formas — e por que não atrasa a fala.
Ler verbeteComo o autismo é diagnosticado: por que não há exame de sangue, o caminho da triagem à avaliação clínica e o papel do M-CHAT-R/F e do ADOS-2.
Ler verbeteEstereotipias (stimming): movimentos e sons repetitivos que ajudam a pessoa a se autorregular. O que são, para que servem e quando intervir.
Ler verbeteInclusão escolar no autismo: o direito de aprender junto, com apoios. Integração x inclusão, o que a lei garante e o que faz dar certo.
Ler verbetePor que interesses intensos fazem parte do autismo, o que é hiperfoco e como transformar essas paixões em motivação, aprendizagem e conexão.
Ler verbetePor que começar cedo faz diferença no autismo: o que é intervenção precoce, o que dizem as evidências e como ela apoia o desenvolvimento da criança.
Ler verbeteOs níveis 1, 2 e 3 do autismo no DSM-5-TR indicam quanto apoio a pessoa precisa — avaliados por domínio, não são rótulo fixo nem medem inteligência.
Ler verbetePECS: comunicação por troca de figuras para quem ainda não fala. Como funciona a troca, as seis fases e o que dizem as evidências.
Ler verbeteOs primeiros sinais de autismo no bebê e na criança pequena: o que observar, em que idade aparecem e quando procurar avaliação — sem alarmismo.
Ler verbeteO que é o autismo (TEA): características, níveis de suporte, como é o diagnóstico e o que a ciência diz — explicado com clareza e fidelidade técnica.
Ler verbeteHabilidades sociais podem ser ensinadas. Entenda como o treino estruturado ajuda no autismo e em outras condições, passo a passo e com base em evidências.
Ler verbeteO que é ABA de verdade: a ciência do comportamento aplicada à vida real, seus princípios, usos no autismo e o que diferencia uma prática ética.
Ler verbeteAnálise funcional: o método experimental que descobre a função de um comportamento manipulando as condições ao redor para guiar o tratamento.
Ler verbeteBehaviorismo radical: a filosofia de Skinner que fundamenta a Análise do Comportamento e inclui pensamentos e sentimentos como comportamento a explicar.
Ler verbeteSkinner classificou a linguagem pela função, não pela forma. Entenda mando, tato, ecoico, intraverbal e autoclítico — e por que verbal não é vocal.
Ler verbeteCondicionamento operante: a aprendizagem em que as consequências de um comportamento decidem se ele vai se repetir. Reforço, punição e a base da ABA.
Ler verbeteAprendizagem por associação: um estímulo neutro passa a eliciar uma reação reflexa. Entenda Pavlov, EI/RI/EC/RC, extinção e o uso na clínica.
Ler verbeteControle de estímulos: quando um sinal do ambiente (o SD) torna um comportamento mais provável, porque na presença dele esse comportamento foi reforçado.
Ler verbeteDicas são ajudas temporárias que garantem o acerto; o esvanecimento as retira aos poucos, até a pessoa responder sozinha à situação natural.
Ler verbeteEconomia de fichas: como funciona o sistema em que fichas ganhas por comportamentos combinados são trocadas por reforçadores — e como desmontá-lo depois.
Ler verbeteEsquemas de reforçamento: a regra que decide quando um comportamento é reforçado. Contínuo x intermitente e os quatro tipos — FR, VR, FI e VI.
Ler verbeteExtinção: o que acontece quando um comportamento deixa de ser reforçado — por que ele aumenta antes de cair e por que não é punição.
Ler verbeteGeneralização é usar em outros contextos o que se aprendeu; manutenção é o ganho durar no tempo. Como a ABA planeja e mede os dois desde o início.
Ler verbeteModelagem (shaping): ensinar um comportamento novo reforçando aproximações sucessivas, passo a passo, até chegar ao comportamento-alvo.
Ler verbetePrivação e saciação mudam o quanto um reforçador vale agora — e o quanto agimos por ele. Entenda as operações motivadoras (OE e OA) na prática.
Ler verbetePunição na ciência do comportamento: a consequência que faz um comportamento diminuir. Os tipos positiva e negativa e por que não é o 1º recurso.
Ler verbeteReforço diferencial: fortalecer um comportamento desejável enquanto outro deixa de ser reforçado. Entenda os quatro tipos — DRA, DRI, DRO e DRL.
Ler verbeteReforço negativo: fortalecer um comportamento retirando algo desagradável. Por que não é punição, e a diferença entre fuga e esquiva, com exemplos.
Ler verbeteReforço positivo: o princípio mais importante da aprendizagem. O que é, como funciona, e por que não é a mesma coisa que 'recompensa' ou 'suborno'.
Ler verbeteModelo ABC: antecedente, comportamento e consequência — a unidade básica que explica por que repetimos (ou não) o que fazemos.
Ler verbeteA hierarquia de evidências ordena os tipos de estudo pela força da prova: da opinião de especialista, na base, às revisões sistemáticas, no topo.
Ler verbeteComo saber se um tratamento funciona? Entenda a prática baseada em evidências, a hierarquia da pesquisa e como evitar terapias sem comprovação.
Ler verbeteTerapias que se vestem de ciência mas não têm comprovação: como reconhecê-las, por que parecem funcionar e como se proteger na saúde mental.
Ler verbeteA depressão vai além da tristeza: uma condição persistente que afeta humor, corpo e pensamento — comum, séria e com tratamento eficaz.
Ler verbeteO que é o TDAH além do estereótipo: sintomas reais, como é o diagnóstico e quais tratamentos têm respaldo científico para crianças e adultos.
Ler verbeteA ansiedade vira transtorno quando é excessiva, persistente e atrapalha a vida. Tipos, o ciclo da evitação e os tratamentos que funcionam.
Ler verbeteAvaliação funcional: o processo que descobre a função de um comportamento por três vias — indireta, descritiva e experimental — para guiar a intervenção.
Ler verbeteDefinir o comportamento em termos observáveis e mensuráveis: o que é uma definição operacional, por que ela importa e como reconhecer uma boa.
Ler verbeteConsentimento é o sim de quem decide legalmente; assentimento é o sim da própria pessoa atendida. As diferenças e por que os dois importam.
Ler verbeteValidade social: os objetivos, os procedimentos e os resultados de uma intervenção realmente importam para quem é atendido? O conceito de Wolf (1978).
Ler verbeteAntes da técnica vem a ética: os quatro princípios, o direito ao tratamento eficaz e o consentimento que protegem quem é atendido.
Ler verbete