Os delineamentos de caso único são experimentos em que a mesma pessoa é acompanhada ao longo do tempo e serve como seu próprio controle: compara-se o comportamento dela sob condições que o pesquisador liga e desliga de propósito, em vez de comparar dois grupos de pessoas diferentes. Não se trata de relato de caso nem de anedota — o que faz deles um experimento é a manipulação sistemática da intervenção somada à medição repetida do comportamento. Conclui-se que a intervenção causou a mudança quando o mesmo efeito é demonstrado pelo menos três vezes, em três momentos diferentes. Há quatro famílias clássicas — retirada/reversão, linha de base múltipla, tratamentos alternados e critério mutante —, e escolher entre elas depende da pergunta que se quer responder e de restrições clínicas e éticas, não de preferência.
Os delineamentos de caso único (do inglês single-case experimental designs, SCED; também chamados de delineamentos de sujeito único ou intrassujeito) formam uma família de delineamentos experimentais nos quais o caso individual — uma pessoa, uma díade, uma turma — é a unidade de análise e funciona como seu próprio controle. A variável dependente é medida repetidamente ao longo do tempo enquanto a variável independente é manipulada sistematicamente pelo pesquisador, alternando-se condições (tipicamente linha de base e intervenção). O controle experimental não vem da comparação com um grupo paralelo, mas da replicação dentro do próprio caso: considera-se documentada uma relação funcional quando o efeito é demonstrado ao menos três vezes — em três momentos distintos no tempo ou, alternativa que a versão 5.0 dos padrões do What Works Clearinghouse (WWC) acrescentou, em três repetições de fase. A taxonomia consagrada nos manuais da área reúne quatro delineamentos prototípicos — retirada/reversão, linha de base múltipla, tratamentos alternados e critério mutante —, além de suas combinações e variantes; é a eles que se aplica a diretriz internacional de relato SCRIBE 2016.
Como um experimento cabe em uma pessoa
A pergunta que a pesquisa de grupo responde é: em média, pessoas que receberam este tratamento se saíram melhor do que pessoas que não receberam? É uma pergunta excelente — e insuficiente para quem está diante de uma criança específica, numa escola específica, na próxima terça-feira. A pergunta da clínica é outra: este procedimento está funcionando para esta pessoa? Os delineamentos de caso único foram construídos para responder exatamente a essa segunda pergunta, com rigor experimental.
O truque é trocar o eixo da comparação. No delineamento de grupo, comparam-se pessoas diferentes no mesmo momento. No delineamento de caso único, compara-se a mesma pessoa em momentos diferentes, sob condições que o pesquisador controla. O “grupo-controle” é a própria pessoa quando a intervenção não estava em vigor.
Daí vem o maior mal-entendido sobre esses estudos. “N = 1” não significa uma única medida: significa muitas medidas de um único caso. Um estudo de caso único costuma ter dezenas de pontos de dados — bem mais observações do mesmo comportamento do que um ensaio de grupo coleta por participante. Convém separar três coisas que o senso comum embaralha:
- Relato de caso — descreve o que aconteceu com alguém. Não há manipulação planejada nem medida repetida sistemática. É útil para levantar hipóteses; não testa nada.
- Série de casos — vários relatos reunidos. Mais casos, mesma limitação: sem condição de controle, não dá para atribuir a mudança ao tratamento.
- Delineamento de caso único — experimento: a intervenção é introduzida, retirada, escalonada ou alternada de propósito, em momentos escolhidos pelo pesquisador, com medição contínua do comportamento antes, durante e depois.
Essa tradição não é nova nem marginal. Ela nasce da análise experimental do comportamento do organismo individual, foi sistematizada por Murray Sidman em Tactics of Scientific Research (1960) e tornou-se a espinha dorsal metodológica da Análise do Comportamento Aplicada quando Baer, Wolf e Risley (1968) listaram, entre as dimensões da área, a exigência de ser analítica — isto é, de demonstrar controle experimental sobre o comportamento que se propõe a mudar. A medicina tem um primo próximo: o ensaio n-of-1, em que um mesmo paciente passa por múltiplos cruzamentos entre tratamento e comparador, em geral de forma aleatorizada e cega. Nos níveis de evidência de Oxford (OCEBM, 2011), o ensaio n-of-1 aleatorizado aparece no nível 1 para a pergunta sobre benefício de tratamento — no mesmo degrau das revisões sistemáticas de ensaios aleatorizados. Vale a ressalva que o próprio centro de Oxford faz: o nível 1 se refere a ensaios n-of-1 aleatorizados ou a revisões sistemáticas de ensaios aleatorizados — e não a revisões sistemáticas de ensaios n-of-1. Que um delineamento de um só paciente ocupe esse degrau não é generosidade da tabela: é o reconhecimento de que, para decidir sobre este paciente, testar nele mesmo é a evidência mais direta disponível.
O mecanismo: predição, verificação e replicação
Quase todo delineamento de caso único é uma montagem para cumprir três tarefas descritas na lógica da linha de base: predizer o que aconteceria sem intervir, verificar que a predição estava certa e replicar o efeito para descartar coincidência. O que distingue um delineamento do outro é como cada um resolve a verificação.
No delineamento de retirada, a verificação vem de desligar a intervenção e ver o comportamento voltar ao patamar antigo. Na linha de base múltipla, ela vem das séries que ainda não receberam nada e seguem estáveis enquanto a primeira já mudou. No critério mutante, de cada degrau anterior, que serve de linha de base para o seguinte. Em todos esses casos, a conclusão só se sustenta quando o padrão se repete — e um delineamento A-B simples, com uma única troca de fase, não tem como repetir nada.
O delineamento de tratamentos alternados é a exceção interessante: ele não se apoia numa linha de base estendida da qual extrair a predição. Nele, as condições se intercalam tantas vezes que cada nova alternância é, ao mesmo tempo, verificação e replicação — se a diferença entre as condições reaparece sessão após sessão, independentemente da ordem em que elas vieram, essa diferença não é obra do acaso nem da passagem do tempo.
As quatro famílias
Os manuais da área convergem em quatro delineamentos prototípicos — os mesmos quatro cobertos pela diretriz de relato SCRIBE 2016 —, que respondem a perguntas diferentes e têm pontos cegos diferentes. Explore cada um:
Retirada e reversão — ligar e desligar
É o delineamento mais direto. A é a linha de base, B é a intervenção. Introduz-se B, retira-se (voltando a A) e reintroduz-se B. As três demonstrações do efeito são exatamente essas três transições: o comportamento muda quando a intervenção entra, volta ao patamar anterior quando ela sai e muda de novo quando ela volta.
- Responde a: “foi esta intervenção que produziu a mudança?”
- Exige um comportamento reversível. Serve para comportamentos mantidos por contingências em vigor; é inútil para habilidades aprendidas — não se “desensina” a ler para provar que o ensino funcionou.
- Variante B-A-B: quando o comportamento é perigoso e não há tempo para uma linha de base inicial, começa-se pela intervenção. Perde-se a descrição do problema antes do tratamento e, com apenas duas trocas de fase, o arranjo fica abaixo das três demonstrações que os padrões de qualidade pedem — razão pela qual costuma ser estendido (B-A-B-A-B) ou combinado com outro delineamento.
- Nota de terminologia: parte da literatura chama de retirada o simples desligamento da intervenção e reserva reversão para inverter a contingência — por exemplo, passar a reforçar o comportamento incompatível, como no reforço diferencial. Na prática, os dois termos circulam como sinônimos de A-B-A-B.
- Ponto cego: retirar um tratamento que está funcionando. É um custo real para a pessoa e, em comportamentos que causam dano, pode ser simplesmente inaceitável.
Um A-B isolado — mediu-se antes, interveio-se, mediu-se depois — é útil para acompanhar um caso na clínica, mas não é um experimento completo: há uma única troca de fase, nenhuma verificação e nenhuma replicação.
Linha de base múltipla — escalonar em vez de retirar
Em vez de desligar a intervenção, medem-se três ou mais séries simultâneas em linha de base e introduz-se a intervenção em uma série por vez, de forma escalonada. As séries que ainda não receberam nada fazem o trabalho que a retirada faria: mostram que o comportamento continuaria no mesmo patamar se a intervenção não tivesse chegado. É um dos arranjos mais frequentes na pesquisa aplicada, e foi descrito já no artigo fundador de Baer, Wolf e Risley (1968).
- Três arranjos possíveis: entre comportamentos (vários alvos da mesma pessoa), entre contextos (o mesmo comportamento em casa, na escola, na terapia) ou entre participantes (várias pessoas com o mesmo alvo).
- Vantagem decisiva: ninguém perde o tratamento. Serve para habilidades que, aprendidas, não se desfazem — e para situações em que retirar seria antiético.
- Exige um equilíbrio delicado: as séries precisam ser funcionalmente independentes (mexer em uma não deve mexer nas outras) e, ao mesmo tempo, parecidas o bastante para responderem à mesma intervenção.
- Ponto cego 1 — covariação: se a mudança “transborda” para as séries ainda não tratadas, a verificação se perde. Clinicamente é uma boa notícia (houve generalização); experimentalmente, embaralha a atribuição.
- Ponto cego 2 — esperar demais: a última série pode ficar muito tempo em linha de base, sem receber ajuda. Além do custo ético, medir repetidamente por muito tempo pode, por si só, alterar o comportamento.
- Variantes para esse problema: a sondagem múltipla (multiple probe), proposta por Horner e Baer em 1978, substitui a medição contínua por sondas intermitentes nas séries que aguardam — pensada para habilidades ensinadas em sequência. Há também a linha de base múltipla retardada, em que séries novas entram no estudo depois que ele já começou.
Tratamentos alternados — comparar duas opções
Também chamado de delineamento multielemento, alterna rapidamente duas ou mais condições com a mesma pessoa, em ordem contrabalanceada ou sorteada — sessão de manhã com o procedimento 1, à tarde com o procedimento 2, no dia seguinte invertendo. A comparação não é entre fases longas, e sim entre condições que se intercalam.
- Responde a: “entre estas duas ou três opções, qual funciona melhor para esta pessoa?” É o delineamento da escolha entre procedimentos — dois tipos de dica, dois formatos de ensino, dois reforçadores candidatos.
- Vantagens práticas: não exige retirada, não exige linha de base longa e dá respostas rápidas. Pode até operar sem fase de linha de base, quando a pergunta é puramente comparativa.
- Ponto cego — interferência entre tratamentos: condições que se alternam podem contaminar-se. Há efeitos de arrastamento (o que foi feito na sessão anterior ainda age na seguinte) e de sequência (a ordem em que as condições aparecem muda o resultado). Contrabalancear a ordem, sortear as condições e separar as sessões reduz o problema, mas não o elimina — e o efeito observado é sempre o de uma condição no contexto de alternância com a outra.
- Atenção ao tamanho: cada condição precisa de pontos suficientes por si — poucas sessões de cada lado não sustentam comparação nenhuma. Os padrões piloto do WWC para caso único (2010) pediam cinco pontos por condição para a classificação máxima, e quatro para a classificação com reservas.
Critério mutante — subir de degrau em degrau
Descrito por Hartmann e Hall em 1976 como uma forma da linha de base múltipla, este delineamento não liga e desliga a intervenção: ele muda, em degraus sucessivos, o critério que o comportamento precisa alcançar para produzir reforço. Cada subfase funciona como linha de base da seguinte, e a demonstração do efeito é o comportamento acompanhar cada novo critério — nem muito acima, nem muito abaixo.
- Responde a: “consigo levar este comportamento, aos poucos, até a meta?”
- Indicado para comportamentos já presentes no repertório que precisam aumentar ou diminuir gradualmente: tempo de atividade física, número de tarefas concluídas, fluência acadêmica, redução de um hábito. O artigo original ilustrou o delineamento com dois estudos de caso, um deles de redução do fumo.
- Boas práticas: só mudar de degrau quando a subfase estabilizar; variar a duração das subfases e o tamanho dos saltos de critério, para que a melhora não possa ser confundida com uma simples tendência de subida; e voltar a um critério anterior em algum momento, o que fortalece muito a demonstração.
- Ponto cego: se todos os degraus tiverem o mesmo tamanho e a mesma duração, uma tendência crescente qualquer imitaria o resultado esperado. E, se o comportamento disparar muito além do critério, o controle fica difícil de demonstrar.
Qual delineamento para qual pergunta
A escolha não é estética: cada delineamento compra uma resposta com uma moeda diferente. Um mapa rápido:
- “Esta intervenção funciona?”, e o comportamento é reversível e não perigoso → A-B-A-B.
- “Esta intervenção funciona?”, mas é uma habilidade nova ou retirar seria inaceitável → linha de base múltipla.
- “Qual das duas funciona melhor?” → tratamentos alternados.
- “Dá para chegar à meta por etapas?”, com o comportamento já no repertório → critério mutante.
- Comportamento perigoso, sem tempo para linha de base → B-A-B, ou uma linha de base inicial deliberadamente breve.
- Habilidades ensinadas em sequência (passos de uma cadeia, degraus de um currículo) → sondagem múltipla.
Na prática aplicada, combinações são a regra, não a exceção: uma avaliação de reforçadores em tratamentos alternados antecede um ensino avaliado em linha de base múltipla entre contextos; uma análise funcional é, ela mesma, um delineamento de caso único — em geral multielemento — aplicado à pergunta “para que serve este comportamento?”.
Quando um caso único conta como evidênciaQuem lê um estudo de caso único precisa checar três coisas antes do gráfico. A manipulação foi do pesquisador? Mudanças de condição que simplesmente aconteceram — a escola trocou de professor, a família mudou a rotina — não são variável independente manipulada, e o estudo deixa de ser experimental. A medida é confiável? Os padrões do What Works Clearinghouse exigem mais de um observador medindo o mesmo comportamento, com concordância entre observadores calculada sobre ao menos 20% dos dados e piso de 0,80 de concordância percentual ou 0,60 de kappa de Cohen. (Sem isso, não se sabe se o que mudou foi o comportamento ou o olho de quem registrava.) Vale notar que a régua se mexeu: na documentação técnica de 2010, coordenada por Kratochwill e colaboradores, essa concordância era exigida em cada condição; a versão 5.0 do manual (2022) passou a aplicá-la ao conjunto dos dados do estudo. Há fases longas o bastante? Uma fase só conta como tentativa de demonstração com no mínimo três pontos, e a classificação máxima pede cinco ou mais por fase — exigência que a versão 5.0 elevou para seis ou mais na linha de base inicial dos delineamentos de reversão, linha de base múltipla, sondagem múltipla e critério mutante. Quem for ler o gráfico em seguida encontra o roteiro no verbete de análise visual. E quem for escrever o artigo tem a diretriz SCRIBE 2016 (Tate e colaboradores), com 26 itens de relato — entre eles o delineamento usado, a sequência das fases e as regras que decidiram o momento de trocar de condição.
Onde esses delineamentos escorregam
Nenhum delineamento é bom em tudo. As quatro armadilhas abaixo são as que mais aparecem em estudos e em acompanhamentos clínicos. Vire os cartões:
O que um caso único não prova
Bem conduzido, um delineamento de caso único tem alta validade interna: dá uma resposta forte sobre o que causou a mudança naquele caso. O que ele não entrega de graça é validade externa — a garantia de que o mesmo procedimento funcionaria com outra pessoa, em outro contexto, com outro aplicador. Essa garantia vem de replicação: repetir o estudo com participantes semelhantes (replicação direta) e variando deliberadamente procedimentos e condições (replicação sistemática).
É assim que o campo acumula conhecimento. Dezenas de estudos de caso único sobre o mesmo procedimento podem ser reunidos em revisões sistemáticas, e é dessa soma — não de um gráfico isolado — que saem as recomendações de prática baseada em evidências. Vale notar que as hierarquias de evidência mais conhecidas foram desenhadas para ordenar evidência sobre populações, e por isso privilegiam o ensaio clínico randomizado — com a exceção já citada da tabela de Oxford, que abre lugar no degrau mais alto para o ensaio n-of-1. Para a pergunta “este tratamento está funcionando para esta pessoa, agora?”, o delineamento de caso único é o instrumento adequado — e os dois tipos de pergunta são necessários.
Por fim, a leitura desses gráficos tem método próprio e exige treino: é a análise visual. E, mesmo com controle experimental impecável, resta a pergunta que nenhum gráfico responde — a mudança importa na vida da pessoa? Essa é a questão da validade social, e ela não se resolve com delineamento, mas com quem vive o resultado.
O delineamento é uma decisão ética, não só técnicaDois pontos exigem cuidado. Retirar uma intervenção que está funcionando produz a demonstração mais limpa de todas — e devolve temporariamente à pessoa o problema que se tinha resolvido. Quando o comportamento envolve risco de dano, essa retirada pode ser simplesmente inaceitável, e a escolha correta é um delineamento que verifique sem desligar nada. Prolongar linhas de base tem o mesmo custo pelo caminho oposto: a última série de uma linha de base múltipla pode esperar muitas sessões para receber ajuda. Existem saídas técnicas — sondas intermitentes, retiradas curtas, entrada retardada de novas séries —, mas a regra que as organiza é simples: o rigor experimental não autoriza manter alguém sem o tratamento de que precisa. Em pesquisa, essas decisões passam por comitê de ética e por consentimento e assentimento; na clínica, pela mesma conversa honesta com a família.
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Para saber mais
- Cooper, J. O., Heron, T. E. & Heward, W. L. Applied Behavior Analysis. 3ª ed. Pearson, 2020 — capítulos sobre delineamentos de reversão e multielemento, linha de base múltipla e critério mutante.
- Kratochwill, T. R. et al. Single-Case Designs Technical Documentation. What Works Clearinghouse / Institute of Education Sciences, 2010 — padrões de delineamento, concordância entre observadores e demonstração de efeito.
- What Works Clearinghouse Procedures and Standards Handbook, versão 5.0. Institute of Education Sciences, 2022 — padrões vigentes, inclusive as mudanças na concordância entre observadores e no tamanho da linha de base inicial.
- Tate, R. L. et al. “The Single-Case Reporting Guideline In BEhavioural Interventions (SCRIBE) 2016 Statement”, 2016 — diretriz de relato com 26 itens, publicada simultaneamente em vários periódicos da área.
- Baer, D. M.; Wolf, M. M.; Risley, T. R. “Some current dimensions of applied behavior analysis”. Journal of Applied Behavior Analysis, 1(1), 91–97, 1968.
- Horner, R. D. & Baer, D. M. “Multiple-probe technique: a variation of the multiple baseline”. Journal of Applied Behavior Analysis, 11, 189–196, 1978.
- Hartmann, D. P. & Hall, R. V. “The changing criterion design”. Journal of Applied Behavior Analysis, 9, 527–532, 1976.
- Sidman, M. Tactics of Scientific Research: Evaluating Experimental Data in Psychology. Basic Books, 1960.
- Kazdin, A. E. Single-Case Research Designs: Methods for Clinical and Applied Settings. 3ª ed. Oxford University Press, 2020.
Este verbete tem caráter educativo e não substitui avaliação, diagnóstico ou tratamento por um profissional de saúde qualificado. Cada pessoa é única — para um caso específico, procure orientação individualizada.